Para quem quer comentar, falar, desabafar e até criticar... sobre o que se passa no mercado de electrodomésticos português. Aceitam-se todos os comentários desde que sejam construtivos e profissionais. Sem rodeios mas com respeito
31 de Maio de 2011

Margens esmagadas, competitividade cada vez maior, tráfego de clientes e facturação das lojas a baixar... O consumidor com receio do futuro, com maior atenção e até a protelar as suas compras. Por outro lado, cada vez mais exigente e esclarecido, menos tolerante e exigente de maior especialização e rapidez de resposta. Este é o cenário do comércio especialista, que está apreensivo e questiona-se sobre o futuro do negócio.

As premissas tradicionais do negócio Electro mudaram e, na azáfama do dia a dia, terão os profissionais disponibilidade para analisar os novos paradigmas do negócio?

Estarão preparados para as alterações de consumo e das novas expectativas dos consumidores?

E já se consciencializaram das novas oportunidades emergentes e dos novos serviços que podem impulsionar o negócio?

Acreditamos que esta é uma altura crucial para o comércio especialista em Portugal e é fundamental que os profissionais do sector se reúnam para, em conjunto, reflectir, trocar experiências e analisar o negócio Electro. A Rm-Revismarket, como meio de comunicação especializado do sector, gostaria de realizar o Encontro Rm-Electro 2011, um dia de trabalho em que os profissionais do comércio electro “abandonam” o seu negócio para trabalhar, em conjunto com alguns especialistas, equacionar as dificuldades e oportunidades para repensar o seu negócio, longe de todas as distracções diárias. A ideia é que esta acção seja mais do que um simples encontro de partilha de experiências, a iniciativa pretende ser uma jornada de trabalho onde se põem em causa os processos habituais com o objectivo de analisar novas soluções para o negócio Electro.

Para analisar a viabilidade desta acção, gostaríamos de perceber o interesse do mercado pela iniciativa e receber as vossas opiniões e sugestões para decidirmos se avançamos ou não com esta jornada de trabalho.

Se acha que seria interessante realizar esta iniciativa, envie-nos a sua opinião e sugestões de temas de interesse para comercial@revismarket.com. Só com um feedback do mercado poderemos perceber se devemos ou não avançar com esta iniciativa.

Agradecemos a habitual colaboração

publicado por palavraselectricas às 15:42
Na minha opinião existe um tema que deveria ser discutido com a maior frontalidade e de carácter urgente que é o facto do mercado de uma vez por todas admitir uma quantificação correcta sobre a verdadeira quebra de vendas.
Não existe nenhum outro sector onde os vários operadores pretendam iludir uma situação de vendas completamente irrealista que nos está a levar a uma quebra acentuada das margens sendo que alguns operadores para justificarem internamente os volumes de vendas começam a entrar numa pratica de negócios com preços abaixo do custo através de campanhas de descontos e retomas que não é mais do que uma compra de quota de mercado para justificar vendas que na realidade não existem, pois estão a vender ao próprio mercado não se tratando de sell-out mas sim de transferência de produto de um ponto de venda para outro de menor dimensão, este processo de comprar as vendas tem como consequência a delapidação completa das margens arrastando assim todo o sector para o precipício.
O facto do mercado cair 10%, 20% ou 30% deve ser assumido definitivamente para que todos juntos possamos defender o negócio e ajustar as estruturas para uma nova e correcta realidade com margens objectivas de sustentabilidade futura.
As direcções comerciais das multinacionais e importadores deveriam dar o primeiro passo no sentido de terminar com esta farsa e ajudar a clarificar o ponto em que o negócio se encontra, em vez de continuar a exigir valores completamente desajustadas com a actual situação económica, a curto prazo os preços irão cair ainda mais e os incobráveis, as insolvências e as falências vão aparecer ainda com maior intensidade destruindo definitivamente o retalho tradicional e contribuir para a continuação do engrandecimento das grandes cadeias com a inevitável perda do tecido empresarial e distribuição de riqueza necessária para o bom funcionamento da economia.
Estas transformações de nível económico estão apenas a favor de uma globalização sem precedentes que vai fazer com que os líderes deste processo a seu tempo não vão ter a quem vender pois tudo será dos mesmos.
Poderá parecer um pouco abstracto mas a formula para resolução de todo este problema que estamos a viver não me permite pensar de outra forma
Porto- 30-5-2011 a 31 de Maio de 2011 às 15:46
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